16 de maio de 2006

MTV lança URGE, nova loja online


A MTV Networks apresenta nesta quarta-feira, dia 17, sua loja virtual de músicas. A 'Urge' será lançado juntamente com a nova versão do Windows Media Player, que também será mostrado nesta quarta.
Como a Itunes e Napster, outras lojas virtuais, o novo serviço terá um catálogo de 2 milhões de músicas que poderão ser compradas por US$ 0,99, individualmente, ou em pacotes equivalentes a um álbum por US$ 9,95. Inicialmente, apenas pessoas com domicílio nos EUA poderão comprara as canções.

Segundo a empresa, os arquivos serão compatíveis com mais de 100 tocadores diferentes, exceção feita ao popular iPod, da Apple. Até o segundo semestre o site também vai possibilitar o download de vídeos.

2 comentários:

  1. Falando em loja online...

    Fórmula da Saraiva no varejo faz lucro crescer

    Ampliar o mix de produtos nas livrarias, que, além de livros, vendem produtos eletrônicos e de informática, usar a internet como canal de vendas e aumentar o crédito ao consumidor. Essa fórmula fez crescer a receita e o lucro da tradicional Saraiva, uma das poucas empresas de capital aberto no mercado editorial.

    O grupo, que reúne editora e rede de livrarias, teve lucro líquido de R$ 34,1 milhões no primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 14,7%, em comparação ao mesmo período do ano anterior. A receita líquida subiu 8,4%, atingindo R$ 191,8 milhões. Segundo João Luís Ramos Hopp, diretor financeiro e de relações com investidores do grupo, o resultado foi impulsionado, principalmente, pelo desempenho da livraria.

    Esse braço varejista obteve receita líquida de R$ 89,5 milhões nos três primeiros meses do ano, uma alta de 30,2%. O lucro líquido cresceu 48%, para R$ 2,9 milhões. Marcílio D'Amico Pousada, diretor superintendente da livraria, ressalta que o varejo eletrônico teve um desempenho importante.

    Mesmo competindo com nomes fortes no mercado, como Americanas.com e Submarino, a receita bruta cresceu 48,5% no primeiro trimestre, frente ao três primeiros meses de 2005. Hoje, representa 25% das vendas totais da divisão de varejo.

    Esse resultado faz parte da estratégia do grupo de apostar na diversificação do mix de produtos vendidos no site da empresa. "Eletroeletrônicos e informática representaram, no primeiro trimestre, 11% do faturamento da 'pontocom', quando em 2005, essa participação foi de 0,5%", diz. Além disso, a divisão de livrarias está investindo em publicidade. A agência Taterka foi contratada há um mês para cuidar da identidade visual das lojas tradicionais e da virtual. Pousada acrescenta que ampliar o parcelamento das compras ao consumidor final em até dez vezes estimulou as compras.

    As lojas físicas também apresentaram bom desempenho. Excluindo-se as inaugurações, as unidades aumentaram as vendas em 17,7%. Hoje, a Livraria Saraiva conta com 31 lojas, com uma área de venda total de 21 mil metros quadrados. A idéia do grupo é expandir esse número, abrindo onze lojas até 2008, segundo Pousada. "A primeira será inaugurada no fim deste ano, em Florianópolis (SC)."

    Com 2,5 mil títulos em catálogo, a editora Saraiva - que representa 51% dos negócios do grupo - não obteve um resultado tão expressivo nos três primeiros meses do ano frente ao mesmo período do ano passado. A receita líquida da editora caiu 3,3%, para R$ 108,5 milhões e um dos motivos para a queda foi a diminuição das vendas ao governo no ano letivo de 2006.

    "Não foi surpresa. Já esperávamos esses números", afirma Hopp. Explicou que o programa do governo federal de compra de livros didáticos é dividido em três anos, sendo que o último é sempre o mais fraco. No último ano, o governo apenas repõe livros que foram danificados ou perdidos.

    José Luiz M. A. de Próspero, diretor superintendente da editora, diz que a expectativa é de retomada na venda de livros didáticos. Segundo ele, o governo anunciou que ampliará a compra de livros para o ensino médio. Antes, comprava apenas para o nível fundamental. Os livros didáticos representa 60% da receita da editora - o governo é o maior comprador de livros do Brasil. Outros 30% são de livros jurídicos e o restante divide-se em economia, administração e interesse geral.

    A empresa, que lançou uma oferta pública de ações em abril, arrecadou R$ 182,6 milhões na operação. Desse total, R$ 66 milhões estão na caixa do grupo Saraiva, que já anunciou que pretende fazer novas aquisições. As ações da Saraiva cotadas na Bovespa têm mostrado um desempenho positivo. A alta neste ano é de 43,54% e nos últimos doze meses, 95,94%.

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  2. Como minha cara amiga Helena mencionou o i-Pod, da Apple, lembrei de postar esta matéria que saiu na Bloomberg News em 09/05/2006.

    Como vivemos num mundo bombardeado pela informação, pode ser que alguém não tenha lido isso... segue reportagem na íntegra!

    Apple vence Beatles pelo uso da marca

    Empresa da banda pedia indenização milionária

    A Apple venceu uma disputa judicial com os Beatles relativa a sua loja virtual iTunes, colocando um ponto final à ameaça de ter de remover sua marca e logotipo do principal serviço de donwloads de música digital do mundo.

    A Apple Corps, dos Beatles, empresa que representa os interesses comerciais da extinta banda britânica, moveu uma ação judicial contra a fabricante de computadores americana em Londres, alegando que tinha o direito exclusivo de usar a marca registrada no mercado fonográfico segundo um acordo firmado em 1991 entre as duas companhias. Ontem o Tribunal Superior britânico rejeitou a ação da Apple Corps, alegando que a utilização do logotipo da maçã na loja virtual iTunes não significa que a Apple está atribuindo uma marca às gravações negociadas em seu site.

    A decisão encerra a mais recente rodada de litígios das últimas décadas entre as duas empresas e impede a Apple Corps de pedir uma indenização no valor de dezenas de milhões de dólares por violação de marca registrada. A Apple vendeu mais de 1 bilhão de canções por meio do iTunes, que podem ser reproduzidas nos tocadores digitais iPod da empresa, os mais vendidos do mercado.

    Maçã verde

    A empresa britânica começou a utilizar a imagem de uma maçã verde em seus álbuns no final da década de 1960. A Apple foi fundada por Steve Jobs e Steve Wozniak em 1976 e utiliza o logotipo de uma maçã mordida.

    A Apple Corps -que ainda pertence a Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono, viúva de John Lennon, e aos administradores do espólio de George Harrison- ainda não lançou nenhuma das canções dos Beatles em formato digital para a comercialização de downloads legais.

    No ano passado, as vendas de música digital triplicaram para US$ 1,1 bilhão, quando os consumidores baixaram 420 milhões de faixas, o que elevou a fatia do setor digital para 6% da receita total do setor fonográfico, em um momento em que gravadoras sofrem com a queda nas vendas.

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