13 de janeiro de 2006

Estratégia da Delícia:


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Um comentário:

  1. Cargill vai ao Conar contra óleo Cyclus da Bunge

    A multinacional de alimentos Cargill entrou ontem com representação no Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) contra propaganda da marca de óleo Cyclus, da concorrente Bunge.

    Líder em óleos especiais e dona de marcas tradicionais como Liza e Mazola, a Cargill alega que o filme destaca "algumas características comuns da categoria como se fossem exclusivas da marca e outras que não são referendadas pela Anvisa, órgão regulador, e pelo Código de Defesa do Consumidor." A empresa não explicitou quais seriam essas características. "O comercial também apresenta informações que podem induzir a erro", informou em nota.

    O concorrente direto de Cyclus é a Purilev, óleo de canola adquirido da Olvebra pela Cargill em janeiro de 2000. O produto tem 22,4% do segmento de canola e, a exemplo do recém-lançado Cyclus, está na categoria de alimentos funcionais (com benefícios comprovados à saúde). Os dois produtos têm propriedades benéficas ao coração e receberam o o selo da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

    Os produtos funcionais - que precisam de estudos científicos que comprovem sua eficácia para obter aprovação da Anvisa - são a nova onda da indústria de alimentos. Segundo dados da AC Nielsen, o faturamento do setor cresceu mais de 50% desde 2002 e já atinge R$ 518 milhões ao ano.

    O óleo Cyclus Saúde foi lançado em fevereiro. Segundo a Bunge, combina sementes de canola, girassol e soja, além de possuir ômega 3 e ômega 6. Enquanto Cyclus está com campanha de TV nacional, Purilev está investindo em um trabalho promocional em São Paulo e Rio de Janeiro.

    Até o início da noite de ontem, a Bunge ainda não havia sido notificada. Esta, porém, é a segunda vez que a marca Cyclus torna-se alvo da concorrência. No ano passado, a Danone acusou a Bunge de concorrência desleal pelo uso da marca Cyclus, que na época tinha margarina e leite de soja (hoje há também iogurte e óleo). Durante mais de dois meses as empresas negociaram e, por fim, chegaram a um acordo. A Bunge mudou o logotipo e criou uma nova identidade visual para a marca.

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