19 de dezembro de 2005

A Arte


A intenção deste blogger é unir conhecimentos e mostrar ao mundo a arte da Publicidade e da Propaganda principalmente no Brasil.

Muitas pessoas acreditam que não se trata de uma arte e sim de uma simples Profissão, mas nós admiradores e futuros publicitários imaginamos certamente que Publicidade e Propaganda é muito mais que arte...

Neste blogger vamos mostrar peças publicitárias dignas de serem chamadas de artes, assim como propagandas antigas, curiosidades e comentários sobre como caminha a Publicidade & Propaganda no Brasil.

***Seja Bem Vindo ! ***

A imagem acima trata-se de uma curiosidade, podemos vizualizar diversas situações dentro da imagem de Cristo, muito interessante ! Sabemos que não é uma peça publicitária mas com certeza é uma arte !





4 comentários:

  1. Hoje tudo circula, as músicas, as modas, os slogans publicitários, as filiais multinacionais, porém parece que tudo fica no mesmo lugar, visto que as diferenças se esvanecem entre os estados de coisas manufaturadas e no âmago dos espaços standardizados, onde tudo se torna intercambiável. Letras e texto de Félix Guattari.

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  2. Anunciante resiste aos novos meios de divulgação

    O surgimento de meios de comunicação tão novos como os blogs e as mensagens transmitidas pelo celular aumentou a complexidade das tarefas dos publicitários. Mas apesar de ter um leque mais amplo de opções, a maioria das empresas ainda prefere usar meios tradicionais, como televisão e mídia impressa, para anunciar seus produtos. O desafio das agências de publicidade, portanto, não se resume a planejar uma campanha de olho na internet e no telefone, mas mostrar ao cliente o retorno que cada meio pode oferecer.

    A opinião é de Murray Dudgeon, chefe de operações globais da Universal McCann, um dos maiores grupos de publicidade do mundo. Dudgeon, que esteve na semana passada em Buenos Aires para encontrar-se com executivos da filial local, disse que o maior cardápio de opções e sua complexidade têm feito com que sua agência modifique a maneira de elaborar estratégias publicitárias.

    Fazer uma campanha baseada só na televisão e anúncios impressos, por mais criativa que seja, pode não ser suficiente para conquistar o consumidor, e a missão dos profissionais desta área passa também por fazer um detalhado planejamento de mídia que leve em conta a veiculação no universo dos meios não-tradicionais.

    "Antigamente havia uma máxima, provavelmente verdadeira, que era a de que você nunca seria demitido por anunciar na televisão, porque é uma opção segura", disse Dudgeon. Ele alertou que com o aumento da importância das mídias não-tradicionais, "mais cedo ou mais tarde as pessoas vão acabar sendo demitidas por usarem exclusivamente a televisão".

    Ele explicou que em uma etapa anterior, ou pelo menos paralela à realização do trabalho de criação, a agência "propõe ao cliente olhar para todos os canais disponíveis em um sentido muito mais amplo, muito além da televisão". A idéia é avaliar que ferramenta publicitária é mais eficiente em cada situação, seja ela a realização de um evento, uso de blogs ou de meios digitais de difusão de texto e imagem, por exemplo. Também é preciso estar alerta para o surgimento de novos meios.

    "Nos ´velhos tempos´, podia-se elaborar um comercial de 30 segundos e um anúncio impresso e só perguntar quanto espaço se deveria comprar", explica Dudgeon. "Hoje a questão mudou radicalmente. Os problemas são onde estar, de que maneira estar, saber como meu consumidor está pensando e como eu posso me envolver com ele. Preciso entender isso para poder fazer o trabalho criativo."

    O executivo relatou que viu um estudo que mostrava que nos Estados Unidos se pode alcançar o mesmo número de consumidores usando uma combinação de meios alternativos - como mensagens de texto por celular e anúncios em ferramentas de busca na internet - que ao anunciar nas principais redes de TV em horário nobre. Esse poder de alcance ainda não se reflete na divisão da torta publicitária, com muitas empresas optando por concentrar mais de 90% de seus gastos em publicidade em mídias tradicionais.

    Um dos motivos que levariam alguns anunciantes a manter uma postura conservadora é a falta de informações sobre o retorno que pode ser obtido com publicidade não-tradicional. O executivo disse que um trabalho importante que a sua companhia está fazendo hoje é tentar entender a eficiência comparativa dos diversos meios, para poder traçar estratégias que tragam resultados efetivos com a utilização de novas mídias. "A chave para o trabalho das agências é saber como usar todas essas novas tecnologias e medir sua eficiência", afirmou .

    "Desafio é mostrar o retorno que cada meio oferece"

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  3. Agências e anunciantes ignoram a terceira idade

    Quem costuma associar homens e mulheres com mais de 60 anos à bailes da terceira idade ou a casas de bingo precisa se atualizar. Os dois passa-tempos até fazem parte do cotidiano de alguns deles, mas, segundo pesquisa realizada pela GfK Indicator esses consumidores gostam mesmo é de praticar atividades físicas, como caminhadas, e adoram viajar - saem em média três vezes por ano e ficam no mínimo dez dias fora de casa a cada novo passeio.

    Pessoas acima de 60 anos são responsáveis pela injeção mensal de R$ 12 bilhões na economia do país - ou R$ 150 bilhões por ano - e em 68% dos lares pesquisados pela Indicator, são os mais velhos que decidem as compras.

    Apesar do perfil atraente e do potencial de consumo, essa faixa da população tem sido negligenciada tanto pela propaganda quanto pelos anunciantes. "Esse assunto agora está na pauta, porque começa a haver uma maior conscientização da presença e da importância desse público", diz o gerente de projeto da GfK Indicatos, Ricardo Moura e Silva.

    Porém, agências e anunciantes estão longe de fazer uma comunicação apropriada aos mais velhos, na opinião do diretor de planejamento e atendimento da Agência1, Doly Ribeiro - ele próprio um pesquisador do tema terceira idade há pelo menos 15 anos. "As pesquisas de mercado param nos 45 anos e os criativos das agências de publicidade acham que o jovem de 25 anos é referencia para qualquer idade", diz Ribeiro.

    Para ilustrar seu raciocínio, o publicitário elencou alguns exemplos de setores que poderiam direcionar sua comunicação ao público com idade superior aos 60 anos, mas que hoje usam modelos de 18 anos para vender jóias, automóveis e equipamentos eletroeletrônicos - especialmente os mais caros, como TVs de tela plana. "Há muito espaço para o setor de turismo, para produtos financeiros, para a área de entretenimento, como espetáculos e também gastronomia", afirma.

    Nos Estados Unidos, diz Ribeiro, 80% do público com mais de 60 anos investe em viagens de lazer (ver quadro). "A maioria dos hospedes estrangeiros do Sheraton do Rio têm mais de 55 anos."

    Segundo Ribeiro, não é preciso abrir mão do público mais jovem para atrair o de mais idade. "É preciso avaliar caso a caso mas, de forma geral, pode-se adequar o produto ou serviço aos mais velhos. Especialmente no setor de turismo, com o desenho de pacotes diferenciados para essa faixa etária", diz ele acrescentando que também não se deve esquecer da internet na comunicação com a terceira idade.

    Hoje, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o público maior de 60 anos representa 10% da população brasileira e as projeções indicam em 2020 eles serão 26 milhões de pessoas.

    O publicitário Alex Periscinoto, sócio da consultoria SPGA, lembra que, embora a população acima dos 60 anos das classes A e B tenha hábitos de consumo e perfil cultural muito similares ao dos norte-americanos, a renda per capita ainda é um limitador. " E é bom não ignorar essa realidade".

    Moura, do GfK, Ribeiro e Periscinoto participaram ontem do Iº Fórum Consumidor Idoso, promovido ontem pela Associação Brasileira de Anunciante (ABA), na sede da entidade em São Paulo.

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  4. BBH lança a ZAG para criar e vender novas marcas

    Em vez de criar uma campanha, a rede britânica de agências de publicidade BBH resolveu ir além e abriu uma nova empresa, a ZAG, cuja missão será desenvolver novas marcas. A idéia é estudar nichos de mercado, identificar oportunidades, criar um conceito e, em seguida, uma marca.

    A nova empresa se encarregará da parte operacional do negócio - buscar fabricantes e desenvolver a logística de distribuição, por exemplo. Com a marca e o sistema operacional do negócio em mãos, a ZAG parte para o mercado vendendo ou licenciando o novo produto. A receita da nova empresa virá da participação nos resultados que a nova marca renderá.

    "É uma forma de dar novas idéias aos nossos clientes e não clientes também e, por outro lado, aumentar nossa própria receita", diz Neigel Bogle, executivo-chefe da BBH. A ZAG resgata uma prática antiga das agências de publicidade. "Eu mesmo lancei várias marcas antes de criar um produto. Isso na década de 70 era bastante comum".

    Para comandar a nova estrutura a BBH chamou Neil Munn - ex-diretor global de marcas da Unilever, onde permaneceu por 17 anos. Munn passou os últimos dois dias em São Paulo, em reuniões com os funcionários da agência NeogamaBBH - braço da BBH na América Latina - para explicar o conceito da nova empresa. "(Vim) mostrar que cada funcionário da rede de agências BBH tem uma idéia que pode se transformar em marca e, assim, fomentar o novo negócio".

    A estadia em São Paulo encerra o tour de Nigel e Munn pelos cinco escritórios da BBH no mundo - Tóquio, Cingapura, Nova York, São Paulo e Xangai, além da matriz em Londres - para explicar o novo negócio da rede. Em todos esses lugares eles explicaram o conceito e colheram idéias - "umas cem", diz Munn. Das quais, afirma ele, cinco já estão em fase final de formatação para serem apresentadas ao mercado.

    O primeiro negócio, acreditam os dois executivos britânicos, deve ser anunciado já em julho. Eles preferem não dizer em que área se dará a primeira experiência.

    Observam que há uma "infinidade" de nichos a ser explorada. "O desafio não é identificar o nicho. A dificuldade está em criar negócios, marcas e conceitos que possam ser explorados globalmente", diz Munn.

    O principal executivo da ZAG diz que o plano de negócios da nova empresa, com dados sobre expectativa de faturamento e quanto ela poderá aportar à receita da BBH, será apresentado dentro de dois meses. O BBH faz parte do quarto maior grupo de publicidade do mundo, o francês Publicis, que faturou 4,127 bilhões de euros no ano passado, com alta de 7,7% em relação a 2004.

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